Interventor Mário Cavalcanti fez a abertura do seminário

que  ocorreu no auditório do colégio Salesianas

A Prefeitura de Gravatá, no Agreste, em parceria com o Governo do Estado, aderiu ao Programa Pacto pela Inclusão – que tem como objetivo dar acesso aos educandos com algum tipo de deficiência à escola. Nesta segunda-feira (21), teve início a capacitação dos professores da rede municipal para trabalharem o tema em sala de aula. A formação, que segue até quarta-feira (23), ocorre no auditório do Instituto Nossa Senhora de Lourdes (Salesianas). O gestor do município, Mário Cavalcanti, ao lado da secretária de Educação, Maria Angela Andrade, fez a abertura do evento. 

A formação tem como base sustentadora de sua filosofia a sensibilização da comunidade escolar e sociedade civil na tentativa de mobilizá-los para o combate à discriminação e o preconceito do qual são vítimas as pessoas com deficiência. Com a adesão de Gravatá, a partir de agora, são 148 municípios em todo o Estado que participam do pacto. Essa formação permite conhecer a realidade dos municípios, além de compreender como as ações são de fundamental ajuda, possibilitando para esse público a inserção deles na escola, bem como a troca de experiências exitosas.  

Entre os temas abordados durante o seminário, estão: Deficiência Auditiva, Deficiência Visual, Deficiência Intelectual, Transtornos do Espectro Autista, Altas habilidades / Superdotação, entre outros. 

O bailarino Wanderson José, que desenvolve um trabalho social junto aos alunos do Serviço de Estimulação e Reabilitação da criança (SERC), na oportunidade, apresentou dois números de dança que emocionaram os participantes, além de mostrar as possibilidades de trabalhar a inclusão.

Mário Cavalcanti destacou a necessidade e importância da adesão ao pacto na cidade. “Trabalhar a inclusão nas escolas, assim como em todos os setores da nossa sociedade, é de fundamental importância para que tenhamos cidadãos e cidadãs que compreendam os valores e direitos uns dos outros, respeitando e convivendo com as diferenças de cada um. Com esse trabalho de base, temos a possibilidade de ampliar esse tema e expandir ações voltadas para o assunto com o objetivo de conscientizar a população de um modo geral”, avaliou o gestor do município. 

A secretária Maria Ângela deu detalhes da formação. “São 32 horas aula sob coordenação de Mariluce Alves, divididas nos turnos manhã e tarde, onde em cada turno, um assunto diferente é trabalhado. Essa formação faz com que o professor se habilite a trabalhar em sala de aula não só o tema, mas com alunos que possuam algum tipo de deficiência. É um grande avanço para a cidade e nos dá a possibilidade de proporcionar qualidade no ensino para todos”, concluiu a secretária. 

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